Estava aqui pensando com os meus botões sobre algo que li no Blog de Sthefanie (O Lado Cool). Foi algo que falava sobre ser só... Sobre se sentir vivo... Sobre se dar... Ou não.
O texto fala sobre uma tal ilha. Fiquei imaginando... Em qual situação nos tornarmos uma ilha? O que nos leva a isso? A ilha a que o texto se refere, é o isolamento próprio, a solidão de estar-se (por opção) só. Digo que é por opção, pois como já disse em outro post, não acredito na solidão ao pé da letra... Ah, isso não existe!
No que acredito, é na solidão de nós mesmos. A solidão de estar-se preso num egoísmo, ou um falso egoísmo. E me pergunto de novo... O que nos leva a isso? Pensei... Repensei... Tentei desviar minha mente da única resposta que me vinha... Não teve jeito... Tudo me levou a uma única resultante... A decepção! To chegando à conclusão de que todo ser - humano é amimado e tem a precisão de ser sempre o beneficiado, por isso não aceita que haja mudanças em seu mundinho. O que “é seu” precisa ser seu até o dia que você decida não querer mais. Perder ainda não faz parte de nós. Não nos contentamos com a metade, de nada, de ninguém. Queremos sempre o todo, de todos. Mesmo quando não nos damos tanto assim.
Bom,o que acontece depois que nos decepcionamos, é até bastante natural. Veja pelo meu ponto de vista, quando negamos algo a uma criança é comum elas se chatearem por um momento. Fazem birra, chorão, e nos negam por um breve momento seu sorriso... Mas dura pouco, criança tem a mente volúvel, esquecem logo... Daqui a um pouco já estão de volta a sorri. O problema é quando crescem, quando chega à consciência (ou seria melhor dizer a falta dela?), quando tudo ganha um peso maior (inclusive a magoa). Em fim, somos decepcionados, fazemos birra, choramos, negamos nosso sorriso... Mas não esquecemos... Não entendemos por que... Não aceitamos.
E o resultado disso é o refugio nos furtamos do prazer do outro por acharmos que a próxima decepção seja inevitável. Para nós errar uma vez já é pecado, não tem nada de humano nisso. Mas o nosso engano esta exatamente ai, não estamos errando, estamos buscando acertar, e o acerto chega através de tentativas.
Não seja tão carrasco com si próprio. Se der a chance de tentar acertar. Se der ao luxo de se enganar. Permita-se. Se for preciso até brigue. Se for necessário, cometa os mesmos erros (se é que me entendem). Seja paciente consigo mesmo. Gente, decepção não mata (garanto), te ensina a viver (te garanto mais ainda). E outra, só há dois momentos na vida em que podemos realmente nos sentir vivos... Quando ganhamos (conhecemos, reconhecemos) o amor e quando o perdemos.
**Foi difícil terminar esse post. Falar com você me desconcerta, mesmo quando não estou olhando em seus olhos.
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ResponderExcluirde fato é desconcertante falar com o amor rs
amei o post kesya
:*
Paulinha Bolina aqi
:x
ResponderExcluirTexto bem interessante. Gostei da sua observação sobre o fato de querermos "tudo de todos"...na verdade, nossa solidão é uma resposta da necessidade que sentimos de ter um outro sempre ao nosso alcance. Não conseguimos, na maioria da vezes, nos sentir amados e confortados por quem nós não amamos. É um misto de falta e derrotismo que nos mata aos poucos. Mas deixo isso pra outro post no "O lado cool". (rsrs)
ResponderExcluirAbraço,
Stephanie Souza.
Meninas, obrigado!!!!
ResponderExcluirbeijo grande!!!
by: Kesya Tavares.